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O que os Empresários Devem Fazer para Reter Talento

reter talento

Começamos este artigo lembrando que se um funcionário puder, ele preferirá crescer dentro da própria empresa em que trabalha e possui o círculo de amizades, ao mudar para outra que é uma incógnita. Por sua vez, a empresa deve incentivá-los, permitindo que o  mesmo desenvolva  sua criatividade e aplique  sem colocar obstáculos. Por exemplo: Promovendo a participação dos Trabalhadores na Empresa.

Hoje  o  maior  problemas das empresas  é  reter  talentos e fazer com que as pessoas estejam engajadas com seus times e retê-las dentro das organizações já que  a escassez de mão de obra e a dificuldade de contratação aumentam o turn-over das empresas.

Percebemos que as pessoas têm necessidades diversas, que devem ser atendidas a fim de poderem passar para um degrau superior da “pirâmide das necessidades”. É bom  lembrar que seus clientes sempre são pessoas, mesmo que você esteja vendendo para empresas, e mais, seus funcionários são clientes também.

O dinheiro do salário não é fator motivador. Receber menos que o mercado é. Seu funcionário se sentirá motivado a mudar de empresa, levando consigo sua experiência e o conhecimento do negócio que está armazenado nele e que você não mais poderá utilizar, deixando para você o ônus da contratação e do treinamento de outro para substituí-lo. Reter talentos não é fácil. Justamente por serem pessoas talentosas, elas exigem condições de trabalho especiais. Muitas delas não reclamam, não falam, não se justificam. Como sabem ser talentosas e confiam na sua empregabilidade, elas simplesmente saem do emprego alegando qualquer motivo banal como “estou querendo dar um tempo para mim”. Elas não dizem a verdade porque sabem que a verdade poderá ofender e não querem sequer ter essa preocupação a mais. Simplesmente partem para outro emprego, outro desafio.

Incentive seus funcionários a pensar, é primordial para sua empresa, pois eles podem ver algo que você não viu e ter idéias que salvem seu negócio. Mantenha-os motivados. Elogie sem medo. Reconheça e/ou premie suas boas idéias. Treine-os para serem cada vez melhores, incentive-os a aprender sempre.  Faça-os sentir-se em casa, não puna seus conflitos, administre-os fazendo com que atuem como um time. A competição entre funcionários é salutar até o momento em que começa a afetar o desempenho da equipe. É aí que um bom líder faz a diferença, amenizando os conflitos entre os membros e trazendo-os novamente na direção das metas estabelecidas.

Deixe leve a relação patrão / chefe / empregado, torne-os seus amigos e aliados. Dê-lhes novos desafios e responsabilidades. Utilize-os sempre que possível na gestão da empresa – deixe claro que ela é muito importante para todos e que, se for prejudicada, todos perderão. A participação deles na empresa deve ser sempre estimulada. Isso os fará vestir a camisa. Se a empresa for mal, recorra a eles para ajudá-lo, e, se for bem, não tenha medo de dividir os lucros com eles.

Caso a empresa passe por dificuldades e tenha de mandar embora alguns funcionários, explique a todos da empresa, sem exceções e claramente, o porquê disso estar ocorrendo e, principalmente, auxilie-os sempre que possível a obter novas colocações. Nunca tenha medo de recontratá-los quando a situação melhorar.

Uma empresa não é formada somente por prédios, mobiliário, equipamento ou tecnologia. Sua maior riqueza são seus talentos profissionais. As pessoas que desenvolvem atividades na organização é que são verdadeiramente seu “sangue e cérebro”. Apesar de óbvio, será que as empresas realmente estão valorizando seus talentos e suprindo suas necessidades a fim de não perdê-los para a concorrência?

LEMBRE-SE: São sempre as pessoas que fazem uma empresa ter sucesso, e não as  maquinas, e o exemplo sempre  vem de cima da pirâmide da empresa.”

Encontre-nos no Google+ Sou o criador e editor do blog, e tenho como objetivo informar, esclarecer, ajudar, tirar duvidas, apresentar matérias relacionada as área de recursos humanos, psicologia organizacional.

Escrito por Flaudimir Andrade. postado em Psicologia organizacional, Recursos Humanos

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