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Home Office, uma Alternativa que Vem Crescendo e Retendo Talento

home office

Milhares de brasileiros já trabalham em casa, consolidando um movimento que começou com empresas de tecnologia e hoje é engrossado por profissionais de diferentes segmentos da economia. A qualidade de vida dos colaboradores e a redução nos custos para os empregadores são os principais motivos apontados para o crescente número de pessoas que passaram a trabalhar remotamente. Para quem aderiu ao modelo, outro fator importante foi o aumento da produtividade. Especialistas  acreditam que o trabalho renderia mais se feito home Office. Uma pesquisa feita apontou que 13% dos colaboradores remotos aumentaram o desempenho e fizeram mais ligações telefônicas, aumentando a produtividade e os ganhos das empresas em que trabalham.

Destacando a redução de custos e o ganho de qualidade de vida dos profissionais como motivadores, com conseqüentemente aumento da produtividade. A iniciativa também se mostra um diferencial na retenção de talentos. “Para nós, tanto faz se a pessoa está em casa ou no escritório, o importante é que ela cumpra com suas responsabilidades”, fala de um grande empresário. O tempo que perderia no trânsito na ida e  volta  do trabalho, o  estresse  do trajeto, e a redução de   custo  para empresas também  é  um  fator positivo para que  os  empregadores  repense a questão, e  o  entregado  pode  aproveitar  este tempo  para  descansar  um  pouco  mais  evitar  o  estresse no  trânsito. Estes sim são motivos a mais para reter talentos em sua empresa. Este tipo de flexibilidade cria um ótimo ambiente que inspira e envolve todos os funcionários a trabalharem em conjunto de forma mais eficiente.

Os colaboradores também podem trabalhar em outros lugares, como restaurantes com acesso à internet ou mesmo em espaços de trabalho de clientes. Segundo especialistas, esta é um  prática que ocorre informalmente desde a criação da consultoria.  Porém é importante também que a pessoa tenha um espaço adequado em casa ou onde vai trabalhar, e as empresas que adotarem este sistema deve orientar seus funcionários com palestras sobre gestão de tempo, pois ela passa a trabalhar por entrega de projetos e não mais por horas. Analisar cada caso é fundamental para que a prática seja um sucesso e cresça ainda mais nas empresas. Mas para que não tenha surpresas a empresa tem de analisar o perfil da pessoa, o seu nível de comprometimento e a característica da função a ser desempenhada

Os Obstáculos Legislativos do Trabalho em Casa

Na opinião dos executivos de RH, o home office só tende a crescer no País. “É um caminho sem volta, não tem como não aderir”, no entanto, alguns obstáculos precisam ser superados para que a prática realmente se torne comum, e um deles é a questão legal. De acordo com o artigo 72 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), todo profissional que não exerça cargo de confiança, em estabelecimentos com mais de dez trabalhadores, tem a obrigação de marcar ponto manual ou eletronicamente. Caso ele trabalhe fora da empresa, diz a CLT, o profissional deverá anotar as horas em uma “ficha ou papeleta”.

A empresa pode  optar então, por oferecer o programa aos profissionais de nível de coordenação, cumprindo o que determina a CLT, uma vez que esses cargos são considerados de “confiança” e não precisa bater ponto. E para que os demais  não se  sintam  desmotivado por não  ter este  benefício pode se criar programas alternativos para compensar, como o “Friday free”. “A pessoa trabalha uma hora a mais de segunda a quinta e pode sair ao meio-dia na sexta”,  ou   tirar apenas uma hora de almoço  diário e  sair as  17:00  na sexta,   são  algumas alternativas a se  aplicar.

No entanto  o  maior  obstáculo a ser vencido é a resistência que alguns Gestores ainda têm em relação à prática. Há líderes que mostram essa insegurança, mas tudo é uma questão de adaptação e de trabalhar esses mitos internos.

Encontre-nos no Google+ Sou o criador e editor do blog, e tenho como objetivo informar, esclarecer, ajudar, tirar duvidas, apresentar matérias relacionada as área de recursos humanos, psicologia organizacional.

Escrito por Flaudimir Andrade. postado em Psicologia organizacional, Recursos Humanos

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